quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Peço-te honestidade. Desta, que sempre teve comigo. Olhar nos teus olhos e ver a verdade é como cheirar o mais puro dos cheiros e enxergar um horizonte repleto de esperança. E é esta honestidade que me faz ser tua e cada vez mais tua a cada dia que passa, a cada novo entardecer quando me deparo com lembranças suas jogadas na tela do celular. Engata-me em um balanço sem fim, sem volta. Por vezes, tenho até medo de continuar a me enroscar novamente nestes teus cabelos negros, nessa tua pele macia e sorriso sincero. Dói imaginar tê-la, imagine não tê-la. Será honesta essa ponta de esperança que desperta em meu peito? Será sincera quando diz sentir falta da minha presença? Será que carregas mesmo pureza quando me faz viajar para o lugar mais belo que existe só de imaginar tê-la comigo? Não que importe, já estou tomada pelo sentimento de ir, de ir sem volta. Mas é sempre bom saber em que chão estamos pisando e esse tem cheiro de movediça.

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